O Maior Evento de Internacionalização para Portugal no Brasil Chega à Sua 10ª Edição: Bastidores, Tendências de Mercado e Como Escalar na Europa

Permanecer limitado exclusivamente às fronteiras do Brasil deixou de ser uma escolha estratégica para empresas que buscam crescimento sustentável, previsibilidade de receita em moeda forte e proteção contra oscilações econômicas locais. A internacionalização de empresas para Portugal e para o mercado europeu deixou de ser um plano distante exclusivo de grandes multinacionais para se consolidar como um movimento estratégico de empresários e empresárias, CEOs e lideranças corporativas.
Atravessar o Atlântico e posicionar uma operação na Europa não é apenas sobre abrir uma filial em solo europeu; trata-se de elevar a valoração da marca, diversificar a carteira de clientes corporativos e acessar um ecossistema com elevado poder de compra e estabilidade regulatória.
Foi exatamente para transformar essa visão em execução de mercado que a 10ª edição do Atlantic Connection reuniu, no prestigiado World Trade Center (WTC) em São Paulo, o principal ecossistema de negócios transatlânticos do país.
Os Bastidores de um Marco de 10 Anos: Planejamento, Números e Alta Performance Operacional
Construir um evento referência em expansão internacional entre Brasil e Europa exige uma estrutura operacional rigorosa. O sucesso da 10ª edição do Atlantic Connection foi construído ao longo de 10 meses de planejamento estratégico e curadoria minuciosa.
Nos bastidores, uma equipe altamente especializada esteve dedicada à montagem de agendas de alto nível, relacionamento com palestrantes e suporte logístico para executivos de todo o Brasil. Todo esse ecossistema foi desenhado para acolher empresários, fundadores e tomadores de decisão alinhados com planos de expansão internacional, alianças estratégicas e aportes de capital.
A programação também apresentou a própria trajetória do evento. Eduardo Migliorelli, CEO da Atlantic Hub, conduziu a palestra “Quem é a Atlantic Hub / 10 ANOS DE Atlantic Connection”, contextualizando a trajetória da empresa e a construção de uma década de conexões entre Brasil e Portugal.

Estruturação Jurídica, AICEP e os Primeiros Passos da Expansão
A abertura técnica dos painéis foi marcada por análises pragmáticas sobre o ambiente corporativo ibérico. O painel “AICEP – Empresas Globais: Negócios Brasil e Portugal” contou com a mediação de Eduardo Migliorelli, CEO da Atlantic Hub, e a participação de Hugo Pinho, representante da AICEP (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal), reforçando o papel do governo português no apoio à expansão de negócios estrangeiros.
Na esfera regulatória e fiscal, o painel “Dominando Aspectos Jurídicos para Internacionalizar para Portugal”, mediado por Fernando Senise, do escritório Brasil Salomão, trouxe o tema para a realidade de quem pretende estruturar uma operação em território português.
Na sequência, Benício Filho, cofundador e Country Manager Brasil da Atlantic Hub, apresentou a palestra “5 erros que você não pode cometer em Portugal”. O conteúdo colocou em evidência decisões que podem comprometer os primeiros passos de uma empresa brasileira no mercado português e reforçou a importância do planejamento antes da entrada.
O tema avançou no painel “Primeiros Passos: Internacionalização para Portugal”, mediado por Fernando Teixeira, da Atlantic Hub, com a participação de Danilo Rosati (SOW), Vitor Villani (Shield Security) e Helena Prado (PINE PR).
Barreiras Culturais, Soft Power e as Verdades Empresariais de Portugal
Internacionalizar não envolve apenas questões jurídicas e operacionais. A adaptação ao ambiente de negócios também passa pela compreensão da cultura local e pela forma como empresas e profissionais se relacionam.
Foi esse o ponto central da palestra “Quando o mercado fala sua língua e mesmo assim não te entende”, apresentada por André Pandaleo, da BAUC. O conteúdo chamou atenção para as diferenças culturais que podem influenciar negociações e relacionamentos mesmo quando existe um idioma em comum.
A programação também trouxe a palestra “Como entender os clientes em Portugal”, apresentada por Thiago Matsumoto, CMO e co-fundador da Atlantic Hub. O tema colocou o comportamento do consumidor e a compreensão do mercado português no centro da discussão sobre expansão.
Outro olhar estratégico veio com Tati Aponte, que apresentou a palestra “Softpower”, abordando a relevância da reputação, do posicionamento e da influência na construção de relações e oportunidades no ambiente internacional.
Vetores Financeiros, Inovação e Grandes Cases de Sucesso A dimensão financeira da expansão corporativa também esteve presente na programação, com a participação de Mitchelle Ramos Nurchis, do ABANCA, em uma palestra dedicada ao ecossistema bancário e soluções financeiras transatlânticas.
O evento também abriu espaço para inovação com Gustavo Torrente, da ALUN FIAP, em uma palestra voltada às transformações e oportunidades relacionadas à tecnologia e à inovação no ambiente empresarial.
Outro momento de destaque foi o painel “Nem tudo são flores – Verdades empresariais de Portugal (Scale-out)”, mediado por Eduardo Migliorelli, CEO da Atlantic Hub. Participaram Vitor Knijnik (Snack Content), Rucelmar Reis (Mapzer) e Jose Carlos (Instituto Priorit). A conversa trouxe experiências e perspectivas sobre os desafios reais encontrados por empresas brasileiras durante o processo de expansão e operação em Portugal.
Leia o artigo Nem tudo são flores.
Missões Empresariais: Da Intenção à Agenda de Negócios
A programação também destacou as “Missões Empresariais: Como Imersões Podem Transformar seu Negócio”, painel mediado por Claudia Rosa, Conselheira da Atlantic Hub.
A conversa reuniu Daniel Nino (NewWeb Venture), Monique Wasserman e Adalberto Bem Haja (CT HUB), além de outros participantes ligados às experiências de imersão empresarial. O tema mostrou como estar presencialmente no mercado pode ampliar a compreensão do ambiente de negócios e transformar uma intenção de internacionalização em conexões concretas.
Participe da Missão Web Summit, acesse.
Brasil e Portugal: Negócios que Atravessam o Atlântico
Para fechar a programação de conteúdo, o painel “Negócios Brasil e Portugal”, mediado por Eduardo Migliorelli, CEO da Atlantic Hub, reuniu Marcelo Vitorino (TAP Air Portugal) e Karene Vilela (Bacalhôa).
A conversa reforçou a dimensão prática das relações entre os dois países, conectando mobilidade, turismo, tradição, mercado e oportunidades de negócios.
Portugal Como Plataforma de Escala para o Mercado da União Europeia
Em diferentes momentos da programação no WTC São Paulo, o papel estratégico de Portugal foi reafirmado como uma porta de entrada para empresas brasileiras que desejam acessar o mercado europeu.
A afinidade cultural e o idioma comum podem reduzir o custo e o tempo de adaptação inicial. No entanto, os conteúdos apresentados ao longo do Atlantic Connection reforçaram que a visão do empresário não deve se limitar às fronteiras portuguesas.
Portugal funciona como uma base estratégica para validar uma operação e, a partir dela, estruturar movimentos de tração em outros mercados da União Europeia.
Networking de Alto Nível no WTC São Paulo
Com empresários focados em expansão no mesmo ambiente, os momentos de pausa e relacionamento também fizeram parte da experiência do Atlantic Connection.
O contato direto entre executivos, especialistas, palestrantes e empresas presentes criou espaço para conversas que vão além do conteúdo apresentado no palco. As perguntas feitas durante os painéis, as trocas nos intervalos e as conversas no encerramento ajudaram a aproximar quem busca internacionalização de quem já atua ou acompanha esse mercado.
A trajetória das dez edições do Atlantic Connection comprova que o palco entrega conteúdo e visão estratégica, mas é no ambiente de relacionamento que muitas oportunidades de expansão começam a ganhar forma.
O Próximo Passo na Trajetória Global da Sua Empresa
Celebrar 10 edições do Atlantic Connection reafirma o propósito da Atlantic Hub de atuar como ponte de inteligência de negócios e consultoria entre o ecossistema corporativo brasileiro e o mercado europeu.
A internacionalização corporativa não é resultado do acaso ou do improviso. Ela exige planejamento técnico, análise de viabilidade, compreensão do mercado e posicionamento adequado no ecossistema em que a empresa pretende atuar.
Sua empresa está pronta para dar o próximo passo rumo ao mercado europeu?
A Atlantic Hub acompanha negócios em diferentes fases da jornada internacional, do diagnóstico de viabilidade à implantação operacional e à tração de mercado em Portugal e na Europa.
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